
Como Wiktoria Allan promove segurança, confiança e participação na HWR Berlin






A escola era um lugar feliz para mim quando criança, e eu queria criar isso para outras pessoas.

A escola era um lugar feliz para mim quando criança, e eu queria criar isso para outras pessoas.
Na Berlin School of Economics and Law (HWR Berlin), Wiktoria Allan ensina inglês para negócios e habilidades de comunicação, além de atuar como diretora interina do Centro de Idiomas da universidade.
"Sempre soube que queria dar aulas", ela conta. "A escola foi um lugar feliz para mim quando eu era criança, e eu queria criar isso para outras pessoas."
A trajetória de Wiktoria a levou de trabalhar com adultos em escolas de idiomas privadas a dar aulas em empresas como PayPal e eBay, e até treinar equipes em fábricas de produção de marcapassos, onde ela se viu totalmente equipada no chão de fábrica, aprendendo junto com seus alunos. Desde 2017, ela se dedica ao ensino universitário, levando sua paixão por idiomas, inclusão e aprendizado prático para cada sala de aula.
Quando os alunos entram na sala de aula pela primeira vez, muitos ficam nervosos ao falar um novo idioma na frente dos colegas. "Eles têm medo de errar", explica Wiktoria, "especialmente quando ainda não se conhecem".
Aprender um idioma exige vulnerabilidade, e o medo de "passar vergonha" pode impedir os alunos de participar, fazer perguntas ou se envolver totalmente nas discussões, especialmente em uma sala de aula diversa e internacional, onde os níveis de confiança variam.
O resultado? Muitas vezes, só as vozes mais confiantes são ouvidas, enquanto os alunos mais quietos perdem oportunidades de praticar e se conectar.
Para abrir espaço para cada voz, Wiktoria recorre ao Mentimeter no primeiro dia de cada curso. Usando nuvens de palavras, enquetes de múltipla escolha e perguntas abertas, ela convida os alunos a participar sem a pressão imediata de falar em voz alta.
"O Mentimeter permite que todos participem, até os alunos tímidos. Eles conseguem se expressar sem a pressão de falar na frente do grupo."
Em uma turma grande, nem sempre é possível ouvir cada aluno individualmente, mas com o Mentimeter ela consegue captar a opinião de toda a turma de uma vez. Ela costuma usá-lo para perguntar aos alunos como priorizariam os objetivos de aprendizagem do curso ou o que esperam alcançar no semestre.

Slide de classificação para coletar as prioridades dos alunos em relação aos objetivos do curso.
Uma de suas atividades favoritas é perguntar aos alunos: "Quais idiomas você fala?" e observar a nuvem de palavras se encher de idiomas do mundo todo — alemão, turco, árabe, polonês, espanhol e mais. Isso mostra o quanto a turma é multicultural e lembra os alunos de que o multilinguismo é um ponto forte, não uma fraqueza.

Nuvem de palavras mostrando os diferentes idiomas falados pelos alunos.
O Mentimeter não serve só para quebrar o gelo; também é uma ferramenta de avaliação formativa ao longo do semestre. Wiktoria usa quizzes rápidos, checagens no meio do semestre e enquetes ao vivo para avaliar o quanto os alunos entenderam e onde precisam de mais apoio.
Na Berlin School of Economics and Law (HWR Berlin), Wiktoria Allan ensina inglês para negócios e habilidades de comunicação, além de atuar como diretora interina do Centro de Idiomas da universidade.
"Sempre soube que queria dar aulas", ela conta. "A escola foi um lugar feliz para mim quando eu era criança, e eu queria criar isso para outras pessoas."
A trajetória de Wiktoria a levou de trabalhar com adultos em escolas de idiomas privadas a dar aulas em empresas como PayPal e eBay, e até treinar equipes em fábricas de produção de marcapassos, onde ela se viu totalmente equipada no chão de fábrica, aprendendo junto com seus alunos. Desde 2017, ela se dedica ao ensino universitário, levando sua paixão por idiomas, inclusão e aprendizado prático para cada sala de aula.
Quando os alunos entram na sala de aula pela primeira vez, muitos ficam nervosos ao falar um novo idioma na frente dos colegas. "Eles têm medo de errar", explica Wiktoria, "especialmente quando ainda não se conhecem".
Aprender um idioma exige vulnerabilidade, e o medo de "passar vergonha" pode impedir os alunos de participar, fazer perguntas ou se envolver totalmente nas discussões, especialmente em uma sala de aula diversa e internacional, onde os níveis de confiança variam.
O resultado? Muitas vezes, só as vozes mais confiantes são ouvidas, enquanto os alunos mais quietos perdem oportunidades de praticar e se conectar.
Para abrir espaço para cada voz, Wiktoria recorre ao Mentimeter no primeiro dia de cada curso. Usando nuvens de palavras, enquetes de múltipla escolha e perguntas abertas, ela convida os alunos a participar sem a pressão imediata de falar em voz alta.
"O Mentimeter permite que todos participem, até os alunos tímidos. Eles conseguem se expressar sem a pressão de falar na frente do grupo."
Em uma turma grande, nem sempre é possível ouvir cada aluno individualmente, mas com o Mentimeter ela consegue captar a opinião de toda a turma de uma vez. Ela costuma usá-lo para perguntar aos alunos como priorizariam os objetivos de aprendizagem do curso ou o que esperam alcançar no semestre.

Slide de classificação para coletar as prioridades dos alunos em relação aos objetivos do curso.
Uma de suas atividades favoritas é perguntar aos alunos: "Quais idiomas você fala?" e observar a nuvem de palavras se encher de idiomas do mundo todo — alemão, turco, árabe, polonês, espanhol e mais. Isso mostra o quanto a turma é multicultural e lembra os alunos de que o multilinguismo é um ponto forte, não uma fraqueza.

Nuvem de palavras mostrando os diferentes idiomas falados pelos alunos.
O Mentimeter não serve só para quebrar o gelo; também é uma ferramenta de avaliação formativa ao longo do semestre. Wiktoria usa quizzes rápidos, checagens no meio do semestre e enquetes ao vivo para avaliar o quanto os alunos entenderam e onde precisam de mais apoio.
"Às vezes é tão simples quanto perguntar o quanto os alunos se sentem confiantes sobre um assunto, ou fazer um quiz rápido de múltipla escolha para ver o que ficou. Isso me ajuda a ajustar meu ensino em tempo real, para que ninguém fique para trás."
Wiktoria também usa o Mentimeter para atividades criativas, como um exercício no estilo Shark Tank, em que os alunos apresentam ideias para os colegas, que depois "investem" dinheiro virtual atribuindo pontos pelo Mentimeter. "Isso faz eles pensarem de forma crítica enquanto se divertem, e é muito fácil de configurar."

Exercício no estilo Shark Tank em uma das aulas de Wiktoria.
Desde que passou a usar o Mentimeter em suas aulas, Wiktoria viu sua sala de aula se transformar em um ambiente mais relaxado, interativo e inclusivo. Os alunos vão ganhando confiança para participar em voz alta, enquanto até os mais quietos encontram uma forma de contribuir desde o primeiro dia.
"Sempre ouço dos alunos que eles se sentem seguros nas minhas aulas", ela conta. "O Mentimeter tem um papel importante nisso. Ele dá a eles um caminho de entrada."
A ferramenta também torna o ensino dela mais adaptável e responsivo. Ao ver em tempo real onde os alunos estão com dificuldade ou se destacando, ela consegue ajustar as aulas na hora, reexplicar conceitos ou criar acompanhamentos direcionados que apoiem cada aluno.
Mas, para Wiktoria, o impacto vai além do plano de aula. Ao criar uma cultura de participação e inclusão, ela está preparando os alunos para a realidade de ambientes de trabalho internacionais, onde comunicação clara e coragem para se expressar são habilidades essenciais.
"É sobre criar uma comunidade, não só transmitir conteúdo", ela diz. "O Mentimeter ajuda a fazer isso acontecer mais rápido."
"Às vezes é tão simples quanto perguntar o quanto os alunos se sentem confiantes sobre um assunto, ou fazer um quiz rápido de múltipla escolha para ver o que ficou. Isso me ajuda a ajustar meu ensino em tempo real, para que ninguém fique para trás."
Wiktoria também usa o Mentimeter para atividades criativas, como um exercício no estilo Shark Tank, em que os alunos apresentam ideias para os colegas, que depois "investem" dinheiro virtual atribuindo pontos pelo Mentimeter. "Isso faz eles pensarem de forma crítica enquanto se divertem, e é muito fácil de configurar."

Exercício no estilo Shark Tank em uma das aulas de Wiktoria.
Desde que passou a usar o Mentimeter em suas aulas, Wiktoria viu sua sala de aula se transformar em um ambiente mais relaxado, interativo e inclusivo. Os alunos vão ganhando confiança para participar em voz alta, enquanto até os mais quietos encontram uma forma de contribuir desde o primeiro dia.
"Sempre ouço dos alunos que eles se sentem seguros nas minhas aulas", ela conta. "O Mentimeter tem um papel importante nisso. Ele dá a eles um caminho de entrada."
A ferramenta também torna o ensino dela mais adaptável e responsivo. Ao ver em tempo real onde os alunos estão com dificuldade ou se destacando, ela consegue ajustar as aulas na hora, reexplicar conceitos ou criar acompanhamentos direcionados que apoiem cada aluno.
Mas, para Wiktoria, o impacto vai além do plano de aula. Ao criar uma cultura de participação e inclusão, ela está preparando os alunos para a realidade de ambientes de trabalho internacionais, onde comunicação clara e coragem para se expressar são habilidades essenciais.
"É sobre criar uma comunidade, não só transmitir conteúdo", ela diz. "O Mentimeter ajuda a fazer isso acontecer mais rápido."