
Como Sandra Sülzenbrück cria pertencimento no auditório






Não consigo imaginar nada mais significativo do que ser professor.

Não consigo imaginar nada mais significativo do que ser professor.
Em 2009, era pós-doutoranda. Naturalmente tímida, mais à vontade em experimentos em um pequeno escritório, o ensino parecia uma obrigação. Algo necessário para a carreira.
Então ministrou seu primeiro curso de métodos de pesquisa. «Fiquei encantada imediatamente», diz ela. «A partir daquele dia, soube que queria levar isso a sério. O ensino se tornou mais interessante para mim do que a pesquisa em si.»
Hoje Sandra ensina psicologia organizacional na Westfälische Hochschule, abordando estatística, métodos de pesquisa empírica, neuropsicologia, comunicação e coaching. Quando fala sobre seu trabalho, raramente começa pelo currículo. Ela começa pelo propósito.
«Não consigo imaginar nada mais significativo do que ser professora. Especialmente agora, num mundo cheio de fake news. Fazer parte desse enfrentamento parece tão importante», acrescenta.
Para Sandra, ensinar não é sobre transmitir informação. É sobre moldar como as pessoas pensam e como se vêem no processo de aprendizagem. Por isso, o senso de pertencimento em sua aula é algo que ela valoriza profundamente.
«Do ponto de vista psicológico, o senso de pertencimento no espaço de ensino é um pré-requisito fundamental para a motivação intrínseca e o aumento da capacidade de aprendizagem», explica Sandra.
Quando os alunos sentem que pertencem, estão mais dispostos a se engajar, fazer perguntas e assumir riscos intelectuais. E é então que o aprendizado real começa.
Sandra ainda se lembra de como era sentar em um grande anfiteatro.
«Por experiência própria, sei como é estar em uma sala com 100 pessoas e simplesmente não ter como fazer uma pergunta.»
Essa memória moldou o tipo de professora que ela queria ser: «Quero simplesmente fazer diferente.»
Em 2009, era pós-doutoranda. Naturalmente tímida, mais à vontade em experimentos em um pequeno escritório, o ensino parecia uma obrigação. Algo necessário para a carreira.
Então ministrou seu primeiro curso de métodos de pesquisa. «Fiquei encantada imediatamente», diz ela. «A partir daquele dia, soube que queria levar isso a sério. O ensino se tornou mais interessante para mim do que a pesquisa em si.»
Hoje Sandra ensina psicologia organizacional na Westfälische Hochschule, abordando estatística, métodos de pesquisa empírica, neuropsicologia, comunicação e coaching. Quando fala sobre seu trabalho, raramente começa pelo currículo. Ela começa pelo propósito.
«Não consigo imaginar nada mais significativo do que ser professora. Especialmente agora, num mundo cheio de fake news. Fazer parte desse enfrentamento parece tão importante», acrescenta.
Para Sandra, ensinar não é sobre transmitir informação. É sobre moldar como as pessoas pensam e como se vêem no processo de aprendizagem. Por isso, o senso de pertencimento em sua aula é algo que ela valoriza profundamente.
«Do ponto de vista psicológico, o senso de pertencimento no espaço de ensino é um pré-requisito fundamental para a motivação intrínseca e o aumento da capacidade de aprendizagem», explica Sandra.
Quando os alunos sentem que pertencem, estão mais dispostos a se engajar, fazer perguntas e assumir riscos intelectuais. E é então que o aprendizado real começa.
Sandra ainda se lembra de como era sentar em um grande anfiteatro.
«Por experiência própria, sei como é estar em uma sala com 100 pessoas e simplesmente não ter como fazer uma pergunta.»
Essa memória moldou o tipo de professora que ela queria ser: «Quero simplesmente fazer diferente.»
Essa disposição para fazer diferente a levou ao Mentimeter. Uma colega apresentou-lhe a ferramenta há quase oito anos. «Fiquei encantada imediatamente. Pensei: uau, que incrível. Para mim, foi o início de uma nova era no ensino.»
O que a atraiu de imediato foi o anonimato. «Os alunos costumam dizer: ‘Minha pergunta é boba.’ É exatamente isso que quero eliminar, porque não existe pergunta boba.»
Ao permitir que os alunos respondam pelo smartphone, Sandra reduz a barreira para a participação. Ela usa nuvens de palavras para introduzir novos temas, perguntas de múltipla escolha para verificar conhecimentos prévios e questionários rápidos para ver se o conteúdo foi realmente assimilado.
Quando os resultados indicam confusão, ela não segue em frente simplesmente.
«Se não entenderam, explico de outra forma», diz ela. «É uma questão de mentalidade. Você ainda não entendeu.»
Essa pequena palavra, ainda, tem peso.
Quando os alunos dizem «Não consigo fazer matemática», ela reformula: «Você ainda não é bom em matemática.»
«Errar dói, mas é necessário para aprender.»
Ao transformar apresentações em conversas, Sandra mantém a atenção na sala e aprofunda o conhecimento ao mesmo tempo. Os alunos não são ouvintes passivos. São participantes ativos no próprio processo de aprendizagem.
Para Sandra, engajamento não significa apenas fazer perguntas. Também significa ouvir. Ao final de cada curso, ela coleta feedback — mesmo que não seja obrigatório.
«O feedback é essencial», diz ela. «Todos que fazem seu trabalho precisam saber se estão fazendo bem ou não.»
Isso pode ser desconfortável. Comentários críticos ficam na memória. Mas ela vê o feedback como oportunidade de revelar pontos cegos e melhorar.
No início de cada novo semestre, ela também compartilha reflexões anônimas de turmas anteriores coletadas no Mentimeter. Em vez de ouvir apenas dela as expectativas, os alunos vêem conselhos honestos de seus colegas — mais críveis e humanos.
Além de ferramentas e métodos, a filosofia de Sandra é simples.
Ela tenta memorizar os nomes de seus alunos. Reserva os últimos dez minutos de cada aula para conversas menores. Convida perguntas e trata respostas erradas como degraus, não como fracassos.
«Ainda me lembro dos professores que me deram esse sentimento: ‘Você importa, e quero te ajudar a ter sucesso.’ Os outros também me lembro.»
Essa memória a guia.
Em um sistema frequentemente orientado para notas e desempenho, Sandra foca nas pessoas. Alunos construindo autoconfiança. Alunos formando sua identidade profissional. Alunos que precisam tanto de encorajamento quanto de informação.
«Nunca devemos esquecer que somos todos humanos e precisamos de algum tipo de encorajamento», diz ela.
Ao liderar com curiosidade e criar espaço para cada voz, Sandra transforma aulas em conversas. E com isso cria algo ainda mais poderoso do que engajamento. Ela cria pertencimento.
Essa disposição para fazer diferente a levou ao Mentimeter. Uma colega apresentou-lhe a ferramenta há quase oito anos. «Fiquei encantada imediatamente. Pensei: uau, que incrível. Para mim, foi o início de uma nova era no ensino.»
O que a atraiu de imediato foi o anonimato. «Os alunos costumam dizer: ‘Minha pergunta é boba.’ É exatamente isso que quero eliminar, porque não existe pergunta boba.»
Ao permitir que os alunos respondam pelo smartphone, Sandra reduz a barreira para a participação. Ela usa nuvens de palavras para introduzir novos temas, perguntas de múltipla escolha para verificar conhecimentos prévios e questionários rápidos para ver se o conteúdo foi realmente assimilado.
Quando os resultados indicam confusão, ela não segue em frente simplesmente.
«Se não entenderam, explico de outra forma», diz ela. «É uma questão de mentalidade. Você ainda não entendeu.»
Essa pequena palavra, ainda, tem peso.
Quando os alunos dizem «Não consigo fazer matemática», ela reformula: «Você ainda não é bom em matemática.»
«Errar dói, mas é necessário para aprender.»
Ao transformar apresentações em conversas, Sandra mantém a atenção na sala e aprofunda o conhecimento ao mesmo tempo. Os alunos não são ouvintes passivos. São participantes ativos no próprio processo de aprendizagem.
Para Sandra, engajamento não significa apenas fazer perguntas. Também significa ouvir. Ao final de cada curso, ela coleta feedback — mesmo que não seja obrigatório.
«O feedback é essencial», diz ela. «Todos que fazem seu trabalho precisam saber se estão fazendo bem ou não.»
Isso pode ser desconfortável. Comentários críticos ficam na memória. Mas ela vê o feedback como oportunidade de revelar pontos cegos e melhorar.
No início de cada novo semestre, ela também compartilha reflexões anônimas de turmas anteriores coletadas no Mentimeter. Em vez de ouvir apenas dela as expectativas, os alunos vêem conselhos honestos de seus colegas — mais críveis e humanos.
Além de ferramentas e métodos, a filosofia de Sandra é simples.
Ela tenta memorizar os nomes de seus alunos. Reserva os últimos dez minutos de cada aula para conversas menores. Convida perguntas e trata respostas erradas como degraus, não como fracassos.
«Ainda me lembro dos professores que me deram esse sentimento: ‘Você importa, e quero te ajudar a ter sucesso.’ Os outros também me lembro.»
Essa memória a guia.
Em um sistema frequentemente orientado para notas e desempenho, Sandra foca nas pessoas. Alunos construindo autoconfiança. Alunos formando sua identidade profissional. Alunos que precisam tanto de encorajamento quanto de informação.
«Nunca devemos esquecer que somos todos humanos e precisamos de algum tipo de encorajamento», diz ela.
Ao liderar com curiosidade e criar espaço para cada voz, Sandra transforma aulas em conversas. E com isso cria algo ainda mais poderoso do que engajamento. Ela cria pertencimento.